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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Um Passo a Passo para Mudar de Vida: 42 Princípios que os Egípcios já Sabiam e Até Hoje Não Praticamos



  É inegável a sabedoria que as antigas civilizações traziam, e é lamentável que deixemos muito de lado por falta de interesse. Se já dos filósofos gregos, que de certa forma muito agradam à ocidentalidade, não sabemos muito, que dirá dos povos menos contemplados pelos sistemas educacionais. Por esse motivo, trago hoje 42 princípios que os egípcios cultivavam que são As Leis de Maat. Esta é a deusa egípcia da Justiça e da Verdade, assegurando todo o equilíbrio cósmico. Tais leis são completamente aplicáveis aos dias atuais e fazem a completa diferença na nossa vida.
  Nos últimos meses me propus a praticar uma lei por dia. Obviamente, houve dias em que me esqueci completamente ou simplesmente não consegui praticar, mas o segredo é não desanimar e continuar tentando. Recentemente, eu finalmente completei as 42 e posso afirmar que me sinto uma pessoa melhor, que me importo bem mais com os outros. Cada uma das leis possui muitas formas de serem praticadas, e recomendo muito que tentem. Futuramente, pretendo buscar mais princípios para praticar e exercitar a minha melhor versão.

 Eis as 42 Leis de Maat:


1 . Honrar a virtude
2 . Beneficiar com gratidão
3. Ser tranquilo
4. Respeitar a propriedade alheia
5. Afirmar que toda a vida é sagrada
6. Dar ofertas que são verdadeiras
7. Basear-se na verdade
8. Considerar todos os altares com respeito
9. Falar com sinceridade
10. Consumir apenas o meu quinhão
11. Oferecer palavras de boas intenções
12. Relacionar-se em paz
13. Honrar animais com reverência
14. Ser confiável
15. Importar-se com a terra
16. Manter minha própria opinião
17. Falar positivamente dos outros
18. Permanecer em equilíbrio com as minhas emoções
19. Ser confiante nas minhas relações
20. Manter a pureza em alta estima
21. Espalhar alegria
22. Fazer o melhor que puder
23. Comunicar-me com compaixão
24. Ouvir as opiniões opostas
25. Criar em harmonia
26. Provocar o riso
27. Estar aberto para o amor em várias formas
28. Perdoar
29. Ser gentil
30. Agir respeitosamente com os outros
31. Ser receptivo
32. Seguir minha orientação interior
33. Conversar com consciência
34. Fazer o bem
35. Abençoar
36. Manter puras as águas
37. Falar com boas intenções
38. Louvar a Deus e a Deusa
39. Ser humilde
40. Prosperar com integridade
41. Progredir através das minhas próprias habilidades
42. Abraçar a Todos



sexta-feira, 18 de maio de 2018

Uma Retrospectiva Musical


  É sempre bom reavaliar nossa vida, mas fazer isso pensando em termos musicais as coisas ficam ainda mais interessantes. Sempre tem aquela música que parece nos transportar pra um momento específico, e é por isso que vim fazer essa playlist é estimular vocês a fazerem o mesmo. Então vamos começar.


2009. That's What You Get - Paramore

  Fala muito sobre minha marcante troca de escola, primeiras paixonites e um inicio de vida metida a emo.

2010. Bring Me To Life - Evanescence

  Nesta fase podemos ver o sucesso na minha transiçao para o mundo emo (é sabido que boa parte da internet passou por essa vida kk). Foi um ano meio chato eebagunçado pra mim, então acabei por me encontrar nas harmonias da Amy Lee.


2011. Dear God - Avenged Sevenfold

  Eis um dos anos mais marcantes da vida. Muitos ganhos e muitas perdas, definitivamente um período marcante.

2012. November Rain - Guns N' Roses

  Me dirigindo aos clássicos do rock, iniciei mais um momento de transição. Preparava-me para entrar no ensino medim e deixar muitas coisas, alegremente, para trás.

2013. Blue Jeans - Lana Del Rey

   E foi aqui que entramos no Indie e nos apaixonamos por Lana Del Rey para nunca mais voltar atrás. Marcou não apenas meu ensino médio como minha vida.

2014. Do I Wanna Know - Arctic Monkeys

  Amo de paixapessa batida e todo o AM. Me faz lembrar também o show deles que perdi pelo simples fato de que os ingressos acabaram em menos de 10 horas, mas fé no pai que eu esqueco esse trauma.

2015. Fear and Loathing - Marina and the Diamonds

  Ah, os amados arquétipos de dona Marina, que era. Fortaleceu amizades, me inspirou a escrever e me acompanhou diariamente.

2016. Can't Help Falling in Love - Elvis

  O início da faculdade ficou marcado por um estilo de vida mais leve, com um tom de liberdade no meu próprio mundo. Despertando assim minha paixão por Elvis guardada desde Lilo e Stitch.

2017. Colors - Halsey

  Essa foi a que escolhi com menos segurança, parece que quanto mais perto foi, menos as coisas são claras na minha cabeça. Mas acho que essa música fala muito sobre a bagunça generalizada que foi o ano passado.

  Acredito que colocar anos anteriores seria um pouco bobo porque eu era novinha demais. Cheguei também a pensar em que música colocaria para esse ano, mas achei arriscado demais, afinal, ele nem acabou. Então, por enquanto, é isso. E vocês? Já pararam pra pensar em como seria uma retrospectiva musical da vida de vocês? Se sim, recomendo que faça o exercício e quem sabe até deixe uma pequena playlist nos comentários.


sexta-feira, 11 de maio de 2018

Um Outro Olhar sobre a Lei da Atração




  Recentemente há todo um hype sobre a Lei da Atração, mas para os mais céticos não passa de conversa fiada de coach. Bem, algumas interpretações, realmente não parecem se aplicar, mas antes de discutirmos isso é necessária entender basicamente tudo isso.

  Simplificando, a Lei da Atração diz que aquilo que você pensa, fala e ate mesmo atua, é algo que você atrai, tem poder de materialização sobre. Alguns cientistas começam agora a pesquisar sobre, mas nada 100% confirmado até onde sei. Porém, sabendo-se da frequência vibratoria que alguns pensamentos emitem, e de toda a questão do magnetismo ( que vai além dos imãs), vê-se que há algum sentido até mesmo fisico nisto. E no que se refere ao social, é inegável que iguais atraem iguais (apesar das excessões que defendem "os opostos se atraem"), o que fica muito explicito desde as panelas escolares aos grupos políticos, classes trabalhadoras etc.

  Mas a minha proposta não é abordar a temática nem como se fosse algo simples nem como se fosse algo complexo, muito menos como se fosse algo milagroso. Coloco a Lei da Atração como um olhar, uma forma de ler o mundo e interpretar situações de forma a alcançar resultados mais positivos. Há diversas maneiras de manifestar os seus desejos - seja dedicando um momento da sua vida pra isso, agindo como quem se almeja ser, escrevendo sobre e outras técnicas que podemos falar sobre em outras postagens -, mas o essencial é que se aja, que se corra atrás com confiança. Esta ultima é transformadora de postura, de impressões, e, portanto, de resultados.

  Em resumo, quando você se prepara com confiança e pensamento positivo, seja lá o que você deseja, a probabilidade de você manifestar o seu desejo em realidade é muito maior.

  Um ótimo blog para saber um pouco mais do assunto é Living Lovelee. E se quiserem mais postagens em que eu destrinche as técnicas que ando praticando e que são muito eficientes, não esqueçam de deixar um comentário pra eu ficar ciente.



sexta-feira, 4 de maio de 2018

O Que Fazer Você Precisa Fazer Esse Mês | 01


  Mais que um simples "favoritos do mês" trago recomendações incríveis que fizeram a diferença nas minhas últimas semanas. Portanto, o que estiver ao seu alcance, não pode faltar nesse seu mês pra incrementar as coisas.


1. Headspace

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  Numa tentativa de retomar o hábito da meditação, baixei o Headspace por recomendação de uma amiga e me apeguei. É definitivamente o aplicativo mais fofo, com animações didáticas e estimulantes. Fico, inclusive, torcendo pra disponibilizarem mais packs gratuitos porque, olha, que meditações guiadas incríveis.

2. Leeor Alexandra



  Com uma animação no mínimo invejável, Leeor faz vídeos sobre a Lei da Atração de um jeito único. É um canal ótimo pra se reenergizar e ter um olhar mais positivo da vida.


3. Tempos Líquidos

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  Li essa ótima obra do Bauman em duas idas à biblioteca e, apesar de curto, há conteúdo de muitíssima relevância. E embora eu tenha sentido um pouco de dificuldade em ver todas as conexões de forma explícita entre as temáticas abordadas e o próprio título do livro, é inegável o quanto as abordagens - como a segurança, a insegurança do presente e a incerteza do futuro, a cidade contemporânea, os diferentes espaços, etc. - são atuais.

4. La Casa de Papel


  Se você sobreviveu até agora sem ver e odiar a série por causa do hype, esse é o seu momento de assistir. A produção espanhola fala sobre um grupo de ladrões que rouba a Casa da Moeda, tendo como diferencial a genialidade do processo. Tudo bem que as vezes é tudo genial demais pra se engolir facilmente, mas o entretenimento  é certo pra uma variedade incrível de publicos.
  Quer outras recomendações de série? Dê uma olhada nesse post.

5. Centro Cultural da Marinha

  Se você é do Rio, certamente deve estar ciente da exposição FILE no CCBB que com tecnologia tem atraído os cariocas para o museu. Mas o caso foi que acabei saindo da exposição um pouco decepcionada com o excesso de telas e filas longas demais. Então deparei-me com o Centro Cultural da Marinha e resolvi dar uma chance. Não tem muito jeito, museu pra mim tem que contar histórias, e está ultima visita me proporcionou isso. Por um preço de 10 reais você pode visitar um navio, um helicóptero e um submarino de guerra e ainda uma nau. Alias, fiquei bem chateada que deixei a nau por último, a maré baixou e acabei não conseguindo visitá-la. Mas o que trago aqui é que por um valor pequeno temos uma visita riquíssima e inspiradora e imperdível para quem tem paixão pelo mar.

6. The Highest Self Podcast

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  Pra quem tem fluência em inglês e interesse em assuntos que vão além do estilo de vida ocidental, The Highest Self é um podcast interessantissimo. Tendo a carismatica Sahara Rose como host, assuntos como ayurveda e um estilo de vida que promove o melhor de si.


Postagens Relacionadas:
Hábitos Mensais de Outubro (2014)
Um Vício Chamado Podcast
Hábitos Mensais de Dezembro (2014)

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Vulnerabilidade: Uma Questão de Ser

Eu parto da ideia de que não "estamos" vulneráveis: Somos vulneraveis. A mortalidade nos fez assim no principio, e a as exigências sociais e individuais nos fazem assim agora. A proporção e a forma é diferente, mas a determinância disso na nossa vida é inegável. Não é a toa que discutimos isso desde a Grécia Antiga, e, mesmo, tomamos decisões duvidosas para sermos menos vulneráveis, como a própria concepção de escravidão para esse povo que se pauta em vencer as necessidades do corpo vulneravel através do trabalho do outro. Mas hoje, felizmente, as concepções mudaram, ainda que isso não queira dizer que deixamos de temer as nossas fragilidades.
  Não gostamos de expôr nossas fraquezas, embora mostremos todo o resto, assim como não queremos ver (ou mesmo acreditar) nas dos que nos inspiram justamente por parecerem fortes demais para tal. Mas a verdade é que o que nos faz humanos resistentes (e resilientes, qualidade tão em alta) e com visão de progresso é justamente o reconhecimento das nossas vulnerabilidades no intuito de melhorá-lo até onde é possível. Isso não quer dizer que tenhamos que mostrá-las para todos o tempo todo - ainda mais pra aqueles que não tem um mínimo interesse de ajudar, muito pelo contrário -, mas que negar-se e frustrar-se não é uma saída interessante, nao é se quer uma saída.
  Acredito que o momento em que mais fui vulneravel foi quando meu atual namorado tentou me mostrar todas as possibilidades que nós teríamos quando eu estava em um momento de profundo pessimismo, baixa auto estima e negação. Então, logo de cara, expus todas as minhas fraquezas, não fiz-me vulnerável, mostrei-me vulnerável. E tudo isso com a intenção de que ele apenas desistisse, sendo que o contrário ocorreu, eu fui acolhida e senti que não tinha nada de errado em ser vulnerável, em ser completamente quem sou em todas as minhas faces.
  Com isso, não quis dizer que você deva sair dizendo suas falhas esperando consolos, mas que você pode ser inteiro uma vez que se reconheca por completo. Uma vez que busque se tornar a pessoa que deseja ser.
  Quer mais alguma fonte para refletir a respeito? Então não deixe de conferir a live do canal Poder da Gravata que me inspirou a escrever esse texto.
  Aliás, se alguma história em que sentiu sua vulnerabilidade enquanto algo positivo lhe passou pela mente enquanto lia, não esqueça de deixar nos comentários para que a gente possa conversar um pouco sobre esse assunto tão amplo!

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Faça da Biblioteca o seu Templo Universitário


  Eu cometi o deslize de só conhecer o meu templo no segundo período. Isto se deu por um processo natural de adaptação aos ritmos da Universidade que são bastante distintos da escola que conhecemos por toda a vida. Mas nunca é tarde para conhecer esse espaço que vai mudar como você enxerga a graduação. Em um dia em que nada tinha pra fazer, dei por mim entrando naquele lugar que nem é assim tão bonito, mas cheio de conteúdo incrível. A partir disso, venho trazer um pouco dessa experiência e estimulá-los através da importância que a Biblioteca tem para o universitário.

1. Faça o Cadastro

  Mesmo que não vá pegar nenhum livro emprestado naquele dia, procure saber como se faz o cadastro. Até porque pode demorar alguns dias até que sua carteirinha esteja pronta, e assim que você precisar ela já vai estar em mãos.

2. Conheça a Biblioteca

  Fique a deriva nela, compreenda mais ou menos como funciona a sua organização, mesmo nas partes em que os livros não são da sua área. Você também pode utilizar o sistema online para pesquisar as referências e saber quais livros estão disponíveis.
  Além disso, procure conhecer os funcionários. Não é questão de conversa fiada, é um processo que vai se construindo além dos "bom dias" e "boa tardes", são as simpatias desenvolvidas conforme você visita o local. Essas relações vão te permitir boas indicações literárias e informações.


3. Arrisque-se

  Depois de conhecido o espaço e as pessoas, é a hora de se encontrar. Descubra seu lugar favorito, com uma boa vista para alternar com o livro de sua escolha ou seus objetos de estudo. E vá além das suas disciplinas e procure diversas áreas de interesse que possam te acrescentar como pessoa e estudante. Isso pode enriquecer seus textos e, até mesmo, seus diálogos.


  A partir dessas dicas, espero que tenha compreendido que a biblioteca é o templo do universitário porque o permite descobrir através dos livros e do seu estudo individual que não há fronteiras para o seu conhecimento se houver sede para tal. É o religare íntimo do eu como o saber.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Resenha do Filme "Love, Simon"

Imagem de love simon, nick robinson, and katherine langford



  "Love, Simon" fala sobre um garoto que se descobre gay, mas que ainda não se assumiu, embota comece a se sentir inspirado para tal depois que começa a trocar e-mails com um garoto anônimo nas mesmas condições que ele. É um filme que se não me falassem da produção, eu provavelmente deduziria  ser da Netflix frente a temática jovem e LGBT, e, de fato, enquanto assistia no cinema senti-me como se estivesse no sofá da minha casa frente à fluidez e envolvimento com o mesmo.

  O enredo e gênero é ideal para quem gosta dos filmes adolescentes dos anos noventa, e a trilha sonora - que conta com The 1975, Troye e Panic! At The Disco - foi meu principal motivo para ir ver o longa. As atuações são boas, mas não há nada para se destacar uma vez que a trama não pede por isso. No entanto, gostaria só de trazer à tona a preguiça que se assumiu em relação à identidade visual da personagem de Katherine Langford, que não se diferenciou em quase nada de Hannah Baker, dando a impressão que estava assistindo 13 Reasons Why em diversos momentos.

  No que refere ao plot twist, temos alguns. É interessante a quebra de expectativa em relação ao garoto com quem Simon troca os e-mails, pois conforme o final se aproxima, esperamos algo clichê, no entanto, nada é como esperamos.

  Um filme fluido que garante o entretenimento e ideal para ver com um pequeno grupo de amigos, "Love, Simon" é a recomendação da vez. Aliás, se você pretender ver esse filme no cinema e mora em subúrbio, é bom se adiantar porque é sabido que não é o tipo de filme blockbuster que pequenos cinemas locais deixam em exibição por muito tempo.

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